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MotoGP: 5 conclusões a retirar do Grande Prémio do Qatar

Ricardo Ferreira por Ricardo Ferreira
14 Março, 2024
em Autosport, Destaque Homepage, Moto GP, Motosport, Newsletter, Newsletter destaque
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MotoGP: 5 conclusões a retirar do Grande Prémio do Qatar

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Analisando os cinco maiores pontos de discussão do fim de semana do GP do Qatar, há conclusões óbvias a retirar. Começamos pelos pontos negativos, para em seguida abordarmos os pontos mais positivos e que nos geraram menos surpresa…

Fabricantes japoneses ainda em crise?

Depois de uma pré-temporada em que a Yamaha lutou para mostrar passos à frente em comparação com os seus rivais, a abertura da temporada no Qatar rapidamente se transformou num desastre. Mais rápido que a Honda em 2023, a mesma afirmação não pode ser feita, já que Joan Mir foi mais rápido que Fabio Quartararo em grande parte do Grande Prémio. A Honda também mostrou maior velocidade numa volta, o que continua a ser a área mais fraca da Yamaha. Nem Quartararo nem Rins conseguiram produzir os tempos de volta necessários para chegar perto de ingressar no Q2. Na corrida do passado domingo, Quartararo ficou a 17 segundos da vitória e quase 16 segundos do pódio – mas apesar de tudo o campeão de 2021 foi o melhor da ‘armada japonesa’ com o seu 11º lugar. Porém, os responsáveis da Honda também não têm razão para sorrir, antes pelo contrário : o melhor piloto da marca alada no Qatar foi Johann Zarco com a RC213V da LCR Honda (12º), um lugar á frente do piloto de fábrica Joan Mir. Destes resultados, a conclusão a tirar é esta: os testes de inverno não resultaram, sendo a única esparança dos japoneses as concessões de que beneficiam, tanto a Yamaha como a Honda.

Aprilia falha os objetivos

Aleix Espargaró terminou a corrida de sprint como o piloto mais rápido do circuito, levando outros como Marc Márquez a considerá-lo um favorito antes da corrida de domingo.Contudo, na corrida de Grande Prémio de domingo mudou tudo e Espargaró quase não fez nenhum progresso no decorrer da corrida. O espanhol culpou o pneu traseiro pela sua falta de ritmo, mas depois de várias rondas em 2023, onde a Aprilia mostrou o mesmo potencial de vitória antes de alterar as suas linhas, a ronda do Qatar deu poucos indícios de que isto será corrigido em 2024. O que é positivo para Espargaró é que ele tem potencial para vencer, algo que não parece ser o caso de Maverick VInales neste momento. Décimo no Grande Prémio, Viñales teve um fim de semana para esquecer.

Maior pressão sobre os pilotos de fábrica

Houve muitas corridas de destaque ao longo do fim de semana, muitas das quais vieram de pilotos de equipas satélites que esperam tornar-se pilotos de fábrica em 2025. O primeiro deles foi Jorge Martin. Vice-campeão na temporada passada, Martin o continuou seu domínio no formato de sprint ao vencer o seu 10º sprint em 21 tentativas. Indiscutivelmente o favorito para o segundo lugar na equipa de fábrica na Ducati ao lado de Bagnaia na próxima temporada, Martin não se prejudicou com outro fim de semana forte. Também mais rápido que Enea Bastianini foi Marc Márquez, que teve uma surpresa na primeira volta para a Gresini Ducati. Perto do pódio em ambas as corridas, Márquez terminou o sprint em quinto antes de fazer melhor no Grande Prémio. Na KTM, Jack Miller sofreu um desastre ao cair na segunda volta, enquanto o piloto-sensação e único estreante Pedro Acosta, mostrou enorme potencial aos comandos da sua Red Bull GASGAS Tech 3 KTM.Durante a corrida, o piloto rookie de 19 anos contratado para as fileiras da KTM no MotoGP, ultrapassou Marc Márquez, Alex Márquez, Fabio Di Giannantonio (vencedor do Qatar em 2023) e Espargaró, até sentir o desgaste dos Michelin nas derradeiras voltas. O potencial de Acosta está à vista de todos e Miller talvez precise de fazer sua melhor temporada de sempre no MotoGP para segurar o seu lugar na equipa de fábrica em 2025.

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Binder é um candidato ao título?

Embora não tenha conseguido vencer nenhuma das corridas, Binder foi o melhor piloto não-Ducati em ambas as corridas, aplicando enorme pressão sobre Bagnaia e Martin. A KTM é um ótimo pacote, mas o sul-africano está claramente a fazer a diferença, com vem demonstrando desde o tempo em que Miguel Oliveira ainda estava na KTM. A aderência nos pneus continua a ser o ponto fraco das RC16 austríacas, sendo a principal área onde a KTM precisa melhorar para lutar contra a Ducati, mas Binder mostrou no Qatar que pode fazê-lo, mesmo com uma moto que tem um desempenho um pouco menor que a Ducati. Binder deve ser visto como a maior ameaça da Ducati ao título devido à sua imensa velocidade, mas também consistência, algo que falta à dupla de fábrica da Aprilia.

Pecco permanece como o melhor piloto

Espera-se que muitos pilotos vençam corridas em 2024, enquanto Binder, Martin e Marc Márquez são considerados potenciais candidatos ao título. Mas o que Bagnaia fez no Grande Prémio foi lembrar a todos os seus pontos fortes, pontos fortes que aparentemente estão cada vez mais difíceis de superar. É verdade que o italiano tem o seu ponto-fraco aos sábado no sprint, mas sua capacidade de dar o seu melhor na corrida de domingo, que rende mais pontos, tem que ser respeitada. Além disso, é um piloto inteligente. Bagnaia sabia que chegar à frente era crucial no Grande Prémio de domingo, não apenas para controlar o ritmo, mas também para dar ar limpo ao pneu dianteiro. Assim, Bagnaia foi mais agressivo que os seus rivais e posteriormente assumiu a liderança apenas algumas curvas após o início da corrida, apesar de ter largado em quinto. Com os outros pilotos sem saber quanto forçar, Bagnaia fez exactamente isso no início, antes de responder ao aumento do ritmo de Binder e Martin.

Tags: Análise ao GP do QatarBrad BinderFabio QuartararoFrancesco BagnaiaJorge MartinMotoGP
Ricardo Ferreira

Ricardo Ferreira

Apaixonado por motos desde muito cedo, está desde há muito ligado à Comunicação Social, tendo trabalhado em diversos meios como AutoHoje, revista Motociclismo, jornal Volante, revista MotoMagazine e Autosport, entre outros.

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